Domingo, 18 de Agosto de 2019

Serra da Estrela

Serra da Estrela, situada na região do Centro (Região das Beiras), designa a cadeia montanhosa onde se encontram as maiores altitudes de Portugal Continental. O seu ponto mais elevado, com 1993 metros de altitude e denominado Torre, torna-a na segunda montanha mais alta de Portugal] (apenas a Montanha do Pico, nos Açores, a supera em 358 metros). Faz parte da mais vasta cordilheira denominada Sistema Central, no subsistema designado como sistema montanhoso Montejunto-Estrela, que se desenvolve no sentido sudoeste-nordeste desde a serra de Montejunto, e o seu cume-pai é o Pico de Almançor. A serra da Estrela é uma zona de paisagem integrada no Parque Natural da Serra da Estrela, que após a sua constituição em 16 de Julho de 1976 se instituiu como a maior área protegida em solo português.

Além da neve, da fauna e flora extraordinárias, o viajante é também atraído pela orografia de proporções colossais bem como pela riqueza humana, cultural, histórica e gastronómica da região.

A Serra é também rica do ponto de vista hidrológico, deste maciço escorrem numerosas linhas de água. Três rios nascem na Serra da Estrela: o Rio Mondego; o Rio Zêzere;- que 200 Km a jusante é tributário do Rio Tejo- e o Rio Alva; - que tributa ao Rio Mondego, nascidos da mesma Serra - Beneficiam as três maiores bacias hidrográficas do país: Douro, Mondego e Tejo - e sem que se apercebam, todos os dias, os habitantes de Lisboa, Porto e Coimbra usufruem e dependem da água proveniente da Serra da Estrela.

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publicado por Adelaide Pereira às 00:49

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Lapa dos Dinheiros - Seia

Localizada em Seia, em pleno Parque Natural da Serra da Estrela na ribeira da Caniça, (sendo esta um afluente da margem direita do rio Alva) encontramos uma praia maravilhosa com um enquadramento paisagístico magnífico sobre a montanha. É conhecida como o Souto da Lapa com notáveis afloramentos graníticos juntamente com um espelho límpido de água que atrai todos os que por ali passam, é a Praia Fluvial da Lapa dos Dinheiros ou Praia da Caniça.

(https://www.praiafluvial.pt/praia-fluvial-da-lapa-dos-dinheiros)

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publicado por Adelaide Pereira às 00:43

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Segunda-feira, 12 de Agosto de 2019

Penalva de Alva - Oliveira do Hospital

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publicado por Adelaide Pereira às 00:37

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Foz de Égua - Arganil

A aldeia de Foz D’Égua pertence à freguesia do Piódão e com ela partilha a beleza mística da Serra do Açor.
Caraterizada pelo seu aspecto rural serrano, com as típicas casas de xisto e lousa, circundadas por uma natureza quase em estado puro, é rica em espécies de fauna e flora que aqui encontram o seu habitat natural.

Em Foz D’Égua situa-se uma praia fluvial de grande beleza, o ponto de encontro da ribeira de Piódão com a ribeira de Chãs, que correm em direcção ao rio Alvoco e cujo percurso é travado por uma represa criando um espelho de água.

(https://www.cm-arganil.pt/visitar/o-que-visitar/foz-de-egua)

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publicado por Adelaide Pereira às 00:09

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Serra do Açor

A Serra do Açor - a quinta serra mais alta de Portugal continental - constitui o quadrante norte do território das Aldeias do Xisto, assegurando a continuidade da Cordilheira Central, a partir da Serra da Estrela.

Nas suas cumeadas, torres eólicas  geram electricidade que chega a todo o País.

É a mãe do Rio Ceira, que parte dos seus cumes à procura do Mondego, que só encontra à entrada de Coimbra. Mas também dá um fortíssimo contributo para os caudais do Zêzere e do Alva.

É serra que há mais de um século é esventrada pela exploração mineira, cujo centro principal são Minas da Panasqueira. Mas também por mais de 10 km de túneis que transvasam para o Rio Zêzere as águas que alimentam a albufeira da Barragem de Santa Luzia.

Esta é a formação montanhosa em xisto que atinge a maior altitude no território continental português: o Cebola, a 1438 m.

Serra com nome de pássaro, que serve de casa a algumas espécies de aves que escolhem a liberdade dos grandes espaços selvagens. Mas é pelo elenco florístico e pelas formações vegetais que aqui ocorrem que esta serra vê reconhecida a sua importância para o património natural português.

Aqui encontramos a Paisagem Protegida da Serra do Açor dentro de cujos limites encontramos a Fraga da Pena e a Mata da Margaraça.

Aqui ocorre o limite Sul da área de distribuição de uma planta rara: o Narcissus asturiensis. É nesta serra que a Trepadeira-dos-muros (Tichodroma muraria) tem aparecido nos invernos dos últimos anos.

E é esta a serra que alberga mais de metade da população mundial de uma espécie arbórea, o Azereiro (Prunus lusitanica subsp lusitanica) que tem na Mata da Margaraça a maior população mundial da espécie concentrada num só local.

(https://aldeiasdoxisto.pt/artigo/231)

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Domingo, 11 de Agosto de 2019

Piodão - Arganil

A Aldeia Histórica do Piódão constitui um conjunto arquitetónico de rara beleza pelo seu enquadramento natural, mas também pela sua antiguidade, unidade e estado de preservação das construções, sendo apelidada por muitos como “aldeia presépio” dada a sua configuração que se espraia pela encosta do monte com as casas em xisto e lousa e as janelas e portas pintadas de azul, em anfiteatro.

Enquadra-se na tipologia das “Aldeias Históricas”. Sabe-se que a aldeia do Piódão serviu de abrigo a muitos que se pretendiam esconder ou por questões políticas em épocas mais severas, ou por questões jurídicas. No entanto, não foram só foragidos que a procuraram. No século XIX, o Cónego Manuel Fernandes Nogueira, fundou um colégio que preparava alunos para a entrada no seminário. Muitos rapazes da Beira Interior passaram pelo colégio entre 1886 e 1906.

A história da aldeia perde-se na noite dos tempos. Poucos são os vestígios que permitem reconstruir a história, no entanto, os achados arqueológicos de Chãs d’Égua são um importante testemunho da possível antiguidade da aldeia.

(https://www.cm-arganil.pt/visitar/o-que-visitar/piodao)

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publicado por Adelaide Pereira às 23:32

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Mata da Margaraça - Serra do Açor

A Mata da Margaraça, situada em plena Área Protegida da Serra do Açor, constitui um raro testemunho de vegetação espontânea de paisagem serrana, uma importante Reserva Biogenética, considerada como o último reduto de vegetação original do Centro do País. Abrangendo 68 hectares, a Mata da Margaraça constitui uma área que vale a pena ficar a conhecer pela sua frescura e biodiversidade. O carvalho, o medronheiro, a aveleira, a cerejeira, a madressilva, o martagão, o ulmeiro e a urze (cujo pólen dá um paladar tão característico ao mel da Serra do Açor), a par de uma elevada cobertura de musgos, líquenes e fungos, são espécies em abundância que por lá se podem observar No que toca à fauna, é de salientar o açor, a coruja do mato, o gavião, a águia de asa redonda, a gralha preta, o pombo torcaz, a rola e o dom-fafe que fazem da Mata a sua casa.

(texto de https://www.cm-arganil.pt/visitar/o-que-visitar/mata-da-margaraca)

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publicado por Adelaide Pereira às 22:58

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Centro de Interpretação da Serra do Açor

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publicado por Adelaide Pereira às 22:47

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Aldeia de Pardieiros - Arganil

Pardieiros é uma aldeia situada na freguesia de Benfeita, concelho de Arganil, inserida na paisagem protegida da Serra do Açor. Na freguesia da Benfeita os habitantes de cada localidade têm diferentes alcunhas, no caso dos Pardieiros são os “Ralhadores”.

Relativamente ao nome da aldeia dizia-se que nem sempre foi Pardieiros, só conheceu este nome quando foi reabitada após uma epidemia de febre tifóide e as casas que existiam estavam em ruínas. Antes dizia-se que se chamava Valverde. 

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publicado por Adelaide Pereira às 22:30

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Cascata da Fraga da Pena - Benfeita - Arganil

Cascata da Fraga da Pena é uma queda de água (cascata) na Serra do Açor e que se localiza nas proximidades da aldeia de Pardieiros, Arganil, no Distrito de Coimbra, em Portugal.

Esta cascata tem origem num acidente geológico e é considerada uma das maiores mais valias entre os recursos naturais da paisagem protegida da Serra do Açor.

As águas que se despenham desta cascata correm por um vale muito apertado na montanha, dando assim origem a uma micropaisagem, que surge de forma repentina, dotada de vegetação abundante a cobrir o xisto.

O desnível da Cascata da Fraga da Pena chega aos 20 metros de altura. A sua alimentação provem da Barroca das Degrainhas, onde forma um primeiro lençol de água, águas estas que escorrem para outro menor e dando novamente origem a outra cascata.

Nas suas margens existem alguns antigos exemplares de carvalho-alvarinho (Quercus robur) e de castanheiro (Castanea sativa), medronheiro (Arbutus unedo), trovisco (Daphne gnidium) e adernos (Phillyrea latifolia e P. angustifolia).

(texto de https://pt.wikipedia.org/wiki/Cascata_da_Fraga_da_Pena e aldeiasdoxisto.pt/poi/256 )

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Segunda-feira, 5 de Agosto de 2019

Museu do Brinquedo - Seia

Em funcionamento desde Fevereiro de 2002, o Museu do Brinquedo é constituído por vários espaços que apresentam uma colectânea de brinquedos de Portugal e do mundo, do passado ao presente. O seu espólio pretende ilustrar a importância dos brinquedos para o crescimento da criança e para a compreensão da noção de infância nos diferentes países. 
Este espaço museológico está dividido em vários núcleos: conhecer o mundo a brincar; memórias de infância; brincar é sonhar; e Portugal décadas de brincadeiras. Já a última sala está reservada às exposições temporárias. O museu conta ainda com um pequeno auditório para visionamento de filmes sobre a infância e uma biblioteca sobre os temas da infância, brinquedos, educação, literatura infantil e juvenil. 

 

(texto e imagem de https://lifecooler.com/artigo/atividades/museu-do-brinquedo-de-seia/378933)

 

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Elétrico construido com reutilização de latas de atum!!!

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Casa de bonecas! Um sonho nunca concretizado!

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Carrinho e serviço de chá muito idênticos aos que tive em criança...

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Uma sala de aula ao estilo daquelas em que fiz a instrução primária.

Nesse tempo, em todas elas, havia o crucifixo e as fotografias de Américo Tomás e Salazar.

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A última sala, atividades infantis, é a preferida de muitos visitantes...

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publicado por Adelaide Pereira às 00:41

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Mata do desterro - S. Romão - Seia

A Mata do Desterro é uma área florestal situada na margem direita do rio Alva, na Senhora do Desterro, freguesias de São Romão e Seia. Propriedade da EDP - Energias de Portugal, S.A., tem uma superfície de 136 hectares e insere-se no Parque Natural da Serra da Estrela (PNSE). Na Mata, sob gestão do Município de Seia desde Maio de 2007, desenvolve-se um projecto de uso múltiplo da floresta que tem por objectivos a conservação da natureza e a educação ambiental. No âmbito da conservação pretende-se restaurar a vegetação natural, potencialmente constituída por bosques de carvalhos, e promover a biodiversidade. O projecto visa também auxiliar os visitantes na compreensão da paisagem, nas suas várias componentes.

Neste sentido, a existência de um conjunto de percursos pedestres de pequena rota, articulados com a rede de itinerários do PNSE, permite conhecer os vários habitats da Mata do Desterro, assim como, aspectos relacionados com a geologia, flora e vegetação, fauna e usos e costumes do local.

( texto de http://www.cise.pt/pt/index.php/percursos/mata-do-desterro )

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publicado por Adelaide Pereira às 00:40

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Museu Natural da Electricidade de Seia

A 6 km da cidade de Seia, a 800 m de altitude, num local particularmente agradável, nas margens do rio Alva, está instalado o Museu Natural da Electricidade. 
Trata-se da Central da Senhora do Desterro, uma das mais antigas centrais hidroeléctricas de Portugal, fruto da iniciativa de um grupo de industriais locais, que viram nas características hídricas da serra da Estrela um potencial energético que designaram por hulha branca.
Tendo sido a primeira central do Aproveitamento Hidroeléctrico da Serra da Estrela, inaugurada a 26 de Dezembro de 1909, marcou o início de actividade da Empresa Hidroeléctrica da Serra da Estrela (EHESE) e permitiu que, nessa data, a energia eléctrica chegasse a Seia pela primeira vez. 
Concebido pelo industrial António Marques da Silva foi construído, ao longo de seis décadas, um sistema de centrais hidroeléctricas em cascata, que percorrem altitudes entre os 400 e os 1600 metros e que têm os seus caudais regulados no Verão com as águas da Barragem da Lagoa Comprida, entre outras.
1907 foi o ano em que se iniciou a construção deste primeiro aproveitamento hídrico (Central da Senhora do Desterro), dos quatro existentes sobre o rio Alva. Seguiu-se-lhe em 1919 a da Ponte de Jugais, em 1937 a de Vila Cova e, mais tarde, a do Sabugueiro, empreendimentos que representaram um importante papel no desenvolvimento da electrificação regional.

Com ampliações sucessivas, a central da Senhora do Desterro, manteve-se em actividade até 1994 e, através de uma parceria entre a EDP e o Município de Seia, abriu ao público no dia 11 de Abril de 2011 transformada num espaço de fruição de memória que remonta, pois, aos primórdios da exploração da energia eléctrica em Portugal.

(texto e imagem de https://museusdaenergia.org/patrimonios/8-museu-natural-da-electricidade-de-seia )

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publicado por Adelaide Pereira às 00:38

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Centro de Interpretação da Serra da Estrela - Seia

O Centro de Interpretação da Serra da Estrela (CISE) é uma estrutura do Município de Seia, orientada para o desenvolvimento de atividades de educação ambiental e de valorização do património ambiental da serra da Estrela.

Sediado num parque verde com cerca de dois hectares, localizado em Seia, o CISE tem por missão sintetizar e divulgar conhecimentos sobre os processos naturais, sociais e económicos que condicionam a vida nesta montanha, sendo um local privilegiado para partir à descoberta da serra da Estrela.

O CISE apresenta um conjunto de estruturas e equipamentos multivalente de características únicas na região para a educação e divulgação ambientais, a investigação e a promoção turística, promovendo regularmente exposições, seminários, cursos de formação e visitas de interpretação ambiental, entre outras atividades.

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(texto e imagem de http://www.cise.pt )

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publicado por Adelaide Pereira às 00:38

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Domingo, 4 de Agosto de 2019

Ruínas romanas da Bobadela

"As Ruínas Romanas de Bobadela são um dos mais importantes e bem preservados conjuntos arquitetónicos de valor histórico-arqueológico do “período romano” em Portugal. Este complexo de valiosíssimos vestígios do passado, disperso pelo centro histórico da aldeia de Bobadela (Oliveira do Hospital), estudado ao longo dos tempos pela comunidade científica e admirado pelos seus visitantes, mereceu há muitos anos a classificação de Monumento Nacional. Ao arco romano foi-lhe atribuída a designação de «Arco Monumental de Bobadela», ao mesmo tempo que foi classificado de Imóvel de Interesse Nacional (IIN), a 16 de junho de 1910. Mais tarde, em 15 de abril de 1936, a classificação de Monumento Nacional, foi estendida a todo o complexo, alterando-se a designação para «Ruínas Romanas de Bobadela». Entre o diversificado acervo que se encontra exposto ao ar livre, em pleno tecido urbano da bucólica aldeia, destacam-se: as remanescências estruturais da principal praça da outrora cidade romana, o forum; o majestoso arco; as epígrafes dedicadas à Splendidissima Civitas, a Júlia Modesta e a Neptuno; a enigmática cabeça de um imperador romano; e o magnífico anfiteatro.

ARCO

De “…coisa ainda dos Godos…” a “…pórtico d´algum edifício Grandioso, por quanto n´elle vemos ainda hoje dois trancadores bem formados…”, o imponente arco romano de Bobadela é, na verdade, o acesso nascente do forum. O arco de volta perfeito foi construído em grandes blocos de granito, de silharia almofadada (aparelho rústico) e assentes sem qualquer argamassa. As suas aduelas foram rematadas por uma cimalha de moldura muito simples. Os elementos arquitetónicos que compõem o arco apresentam um par de orifícios, previamente talhados em lados opostos, onde era fixado o forfex (gancho de metal empregue para elevar os pesados blocos, no momento da construção do monumento). As extremidades deste robusto “alicate” coincidiam com os dois pequenos orifícios. A pressão exercida pelo forfex sobre os orifícios permitia que os blocos de granitos fossem, deste modo, colocados no devido lugar.

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ANFITEATRO

O anfiteatro romano de Bobadela foi utilizado desde os finais do séc. I d.C. até finais do Séc. IV d.C. como local de jogos e lutas. Era construído por uma arena elíptica, de orientação norte-sul, com um pavimento em areão grosso. O muro do podium que circundava a arena era marcado por duas entradas no seu eixo maior e constituído com fiadas de blocos de granito e rematados por uma cornija de duas peças. O enchimento da cavea (celas subterrâneas), com cerca de 15m de largura, aproveitou sempre que possível o afloramento rochoso, e sobre ele assentavam as bancadas de madeira."

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(texto de https://www.cm-oliveiradohospital)

publicado por Adelaide Pereira às 01:34

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