Sábado, 21 de Novembro de 2020

“DÁ-ME UM ABRAÇO. VIVÊNCIAS EM PANDEMIA”

Hoje, dia 21 de novembro, a "8 Séculos de Língua Portuguesa -Associação" fez o lançamento do livro "DÁ-ME UM ABRAÇO. VIVÊNCIAS EM PANDEMIA", no Centro Cultural de Cascais.

Estive presente como autora de um dos textos que compoem este livro.

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“DÁ-ME UM ABRAÇO. VIVÊNCIAS EM PANDEMIA” consiste num projeto de uma antologia de textos sobre a forma como vivemos esta pandemia. A capa do livro, com uma foto da Isabel Salazar, está linda! O conteúdo, diversificado de cerca de 50 autores, entre os 14 e os 74 anos, com testemunhos de vida, poesia e contos, é muito rico de perspetivas. A reflexão de Maria Maya, na sessão de lançamento, foi muito cuidada, positiva e interessante. 

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publicado por Adelaide Pereira às 19:40

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Quinta-feira, 19 de Novembro de 2020

O Livro do Pó - A Aliança Secreta - vol.2 - Philip Pullman

Sinopse - Passaram vinte anos desde os acontecimentos narrados em La Belle Sauvage, primeiro volume da série O Livro Do Pó.
Lyra Belacqua é agora Lyra Silvertongue. Já não é uma criança... tem 20 anos e, acompanhada do seu génio Pantalaimon, é forçada a explorar as complexidades e os perigos de um mundo cuja existência desconhecia por completo. A prosseguir a sua própria jornada está também Malcolm. Outrora, um rapaz num barco com a missão de salvar uma bebé do dilúvio, Malcolm é agora um homem com um forte sentido de dever e um enorme desejo de fazer o que é correto.
O mundo deles é familiar e, ao mesmo tempo, extraordinário. Vão ter de viajar até muito além dos limites de Oxford, através da Europa até à Ásia, em busca de algo perdido ? uma cidade habitada por génios, um segredo no coração de um deserto e o mistério do ardiloso Pó.

(imagem e texto de presenca.pt)

 

Muito Bom! Venha o próximo volume!

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publicado por Adelaide Pereira às 14:43

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Terça-feira, 3 de Novembro de 2020

O Livro do Pó - Philip Pullman - vol.1 - La Belle Sauvage

Resumo- Malcolm Polstead tem onze anos. Os pais gerem A Truta, uma estalagem muito frequentada nas margens do rio Tamisa, perto de Oxford. Malcolm é muito atento a tudo o que o rodeia, mas sem chamar a atenção dos outros. Talvez por isso, fosse inevitável vir a tornar-se num espião. É na estalagem que ele, juntamente com o seu génio Asta, descobre uma intrigante mensagem secreta sobre uma substância perigosa chamada Pó. Quando o espião, a quem a mensagem era dirigida, lhe pede que preste redobrada atenção ao que por ali se passa, o rapaz começa a ver suspeitos em todo o lado: o explorador Lorde Asriel; os agentes do Magisterium; Coram, o cigano; a bela mulher cujo génio é um macaco malicioso... Todos querem descobrir o paradeiro de Lyra, uma menina, ainda bebé, que parece atrair toda a gente como se fosse um íman. Malcolm está disposto a enfrentar todos os perigos para a encontrar...

(imagem e texto de presenca.pt)

 

Não conhecia a obra do autor.

Gostei!

A caminho do vol.2...

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publicado por Adelaide Pereira às 14:38

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Domingo, 25 de Outubro de 2020

O Regresso - Nicholas Sparks

Sinopse- Trevor Benson não planeava voltar a New Bern, na Carolina do Norte. Mas quando uma explosão perto do hospital onde trabalha no Afeganistão o deixa com ferimentos devastadores, a velha casa que herdou do avô parece um bom lugar para recuperar.

Decidido a regressar à faculdade de Medicina, Trevor não está minimamente disponível para amar… mas o primeiro encontro com Natalie abala as suas convicções. A ligação entre ambos é impossível de ignorar, mesmo que Natalie se esforce por manter uma distância inexplicável.

Igualmente difícil de compreender é Callie, a adolescente solitária que mantinha com o avô de Trevor uma profunda relação de amizade. Trevor espera que a jovem o ajude a desvendar o mistério que paira sobre a misteriosa morte do avô, mas com pouco sucesso… até que a verdadeira natureza do passado de Callie ameaça ser revelada, deixando Trevor perante um segredo que nunca poderia ter antecipado.

Na sua missão para decifrar os segredos de Natalie e de Callie, Trevor irá descobrir o verdadeiro significado do amor e do perdão… e que na vida, para seguir em frente, temos muitas vezes de voltar atrás.

Nicholas Sparks

Nicholas Sparks nasceu em Omaha, no estado do Nebraska, Estados Unidos. Escreveu o livro que deu início à sua carreira meteórica e um dos seus títulos mais famosos – O Diário da Nossa Paixão – com apenas vinte e oito anos. E, para alegria dos seus inúmeros fãs, nunca mais parou de contar as histórias que o consolidaram como um dos mais aclamados escritores da atualidade. Todos os seus livros integram de imediato a lista de bestsellers do New York Times e estão traduzidos para mais de quarenta e cinco línguas, tendo vendido cerca de cento e oito milhões de exemplares até à data.

(imagens e textos de bertrand.pt)

 

Já tinha saudades de ler um novo romance de Nicholas Sparks...

Excelente! Recomendo! 

 

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publicado por Adelaide Pereira às 14:52

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Quinta-feira, 15 de Outubro de 2020

Meninas Sem Nome - Serena Burdick

Resumo- 

Effie e Luella Tildon são duas irmãs privilegiadas e pouco habituadas à dureza das ruas de Nova Iorque. Mas perto da mansão da família, ergue-se a sombria House of Mercy, o lar austero onde as raparigas rebeldes da cidade são internadas. As irmãs crescem sem nunca se esquecerem de que nada - nem mesmo uma fortuna como a delas - lhes dará a liberdade de quebrarem as regras.

Effie nasceu no dia 1 de janeiro de 1900 com um coração imperfeito, um problema que deveria ter-lhe custado a vida na infância. No entanto, aos 13 anos, é uma menina cheia de imaginação e força de vontade, surpreendendo todos com o seu coração que teima em bater. A irmã mais velha, Luella, é bailarina como a mãe e sonha com uma vida diferente e menos convencional.

Quando as irmãs descobrem um segredo chocante sobre o pai, a ânsia de liberdade de Luella intensifica-se e a jovem torna-se cada vez mais ousada. Mas a sua rebeldia tem consequências e um dia ela desaparece misteriosamente. Destroçada, Effie traça um plano para resgatar a irmã, que acredita ter sido enviada para a House of Mercy por ordem do pai. Uma vez lá dentro, o que descobre deixa-a desesperada. Agora, fugir é impossível, e Effie necessitará de toda a sua força e coragem para sobreviver, pondo o coração e a esperança à prova. Meninas Sem Nome dá vida a uma Nova Iorque no início do século XX, uma cidade prodigiosa em que as sufragistas marchavam nas ruas, os trabalhadores lutavam por melhores condições – mas a rebeldia das mais jovens era punida com a prisão na House of Mercy.

(imagem e texto de fnac.pt)

 

Excelente! 

Na Feira do Livro de Lisboa chamou-me a atenção o tema deste romance.

Não conhecia a autora e comprei um pouco receosa.

Nas últimas semanas, com o início de um novo ano letivo, não tenho tido muito tempo para dedicar à leitura e aos trabalhos manuais, o que se tem refletido no meu estado de espírito e no meu estado depressivo.

Como tenho aulas no turno da manhã, tenho que me levantar muito cedo, para tomar a minha medicação, esta fazer efeito, os músculos irem descontraindo e relaxando e perder um pouco do efeito "crocante" com que me levanto todos os dias e com o qual não posso enfrentar um dia de trabalho. Assim, além de ler um pouco todas as noites para acalmar do stress diário e aliviar as dores e o cansaço, ganhei o hábito, já há alguns dias, de ler um pouco de manhã, antes de sair de casa, o que se está a tornar um hábito agradável.

Quando iniciei a leitura de "Meninas sem Nome"  foi impossível parar... 

 

 

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publicado por Adelaide Pereira às 22:13

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Quinta-feira, 8 de Outubro de 2020

A amiga - Dorothy Koomson

Sinopse- Quando o marido é promovido, Cece Solarin muda-se para Brighton com os três filhos, animada com a possibilidade de um recomeço. No entanto, o ambiente do bairro que a acolhe parece-lhe ansioso e os vizinhos sobressaltados.

Cece descobre que, três semanas antes, Yvonne, uma das mães mais populares da zona, foi deixada às portas da morte, no pátio da escola dos filhos - a mesma onde se vê obrigada a inscrever os seus.

No primeiro dia de aulas, Cece conhece três mães muito diferentes que parecem querer ajudá-la neste novo começo. Mas Maxie, Anaya e Hazel são também amigas de Yvonne, e a polícia desconfia que uma delas poderá estar envolvida no crime.

Preocupada com a segurança dos filhos, Cece está decidida a descobrir a verdade…

(imagem e texto de portoeditora.pt)

 

Muito bom! Adorei!

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publicado por Adelaide Pereira às 16:45

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Segunda-feira, 28 de Setembro de 2020

Suite 405 - Sveva Casati Modignani

Resumo- Um automóvel de luxo avança velozmente a meio da noite pela autoestrada que liga Roma a Milão. A bordo segue o conde Lamberto Rissotto, proprietário de uma importante indústria metalúrgica que gere com sensatez, apesar das dificuldades inerentes à crise económica do país. Lamberto tem pressa de chegar a casa: acabou de descobrir a última e embaraçosa loucura da sua lindíssima mas impulsiva mulher e quer terminar definitivamente a relação com Armanda. Para mitigar a desilusão leva na memória a imagem do recente e fugaz encontro com uma desconhecida “muito jovem, muito bonita, com muita classe.

No meio da noite, outro homem viaja na mesma autoestrada de sul para norte, num carro utilitário coberto de pó: é Giovanni Rancati, sindicalista, que regressa de um encontro com operários. Em Milão espera-o a companheira, Bruna, cabeleireira que, após anos de muitos sacrifícios, conseguiu abrir um salão só seu. Vivem juntos num bairro popular, um daqueles em que as casas que partilham a mesma varanda deixam a descoberto as alegrias e as dores de cada um, uma realidade em que é difícil aguentar até ao fim do mês e em que um sonho pode custar as economias de uma vida. Lamberto e Giovanni representam dois mundos opostos e distantes, mas os seus caminhos vão acabar por se encontrar, um pouco por necessidade e um pouco por acaso. Desse encontro nasce um fascinante cruzamento de destinos em que se reflete a Itália de hoje, ainda dividida por contradições e lutas sociais, mas unida por uma profunda e absoluta necessidade de justiça e de amor.

(imagem e texto de fnac.pt)

 

Gostei!

Mas... na minha opinião, tem uma qualidade de escrita e enredo inferiores aos outros romances de Sveva Casati Modignani.

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publicado por Adelaide Pereira às 17:45

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Quarta-feira, 9 de Setembro de 2020

História de Oliveira do Hospital - José Garcês

Resumo- Ulveira, a do Espital. Sob este nome ganhou identidade o local hoje conhecido como Oliveira do Hospital. Terra doada, pela Condessa D. Teresa, aos Hospitalários de S. João de Jerusalém (Ordem de frades guerreiros que dá o nome à terra), na década de vinte do século XII, encontra-se povoada por muitas histórias, misto de lendas e factos, onde personagens ilustres ganham corpo. José Garcês procurou transmitir esta riqueza cultural no livro de banda desenhada aqui apresentado, com o objectivo de perpetuar a memória de uma região que é senhora de um inestimável património histórico-cultural, emoldurado por uma paisagem serrana de grande beleza.

(imagem e texto de fnac.pt)

 

Voltei a ler para recordar a história desta terra do meu coração!

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publicado por Adelaide Pereira às 08:34

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Terça-feira, 8 de Setembro de 2020

Vidas Adiadas - Dorothy Koomson

Resumo- Verity mente… E é por isso que está prestes a ser detida por tentativa de homicídio. Serena mente desde sempre… E talvez por isso a sua filha se veja obrigada a fazer o impensável… Poppy vive assombrada pelas mentiras… Irá a sua busca pela verdade acabar por ferir todos os que ama? Todos mentimos. Mas quais mentiras acabarão em tragédia? Da autora bestseller de A filha da minha melhor amiga e Conta-me o teu segredo, chega-nos a arrebatadora continuação de Um erro inocente.

(imagem e texto de fnac.pt)

 

Muito Bom! Espetacular! Dorothy Koomson continua a ser uma das minhas escritoras de eleição! Adorei e recomendo! 

 

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publicado por Adelaide Pereira às 11:13

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Sábado, 5 de Setembro de 2020

Clorofila - Raymond Macherot

Colecção clássicos da revista Tintin - Editora Asa Público - 2009

Clorofila: Este álbum inclui 2 histórias:

                 - Clorofila Contra os Ratos Negros

                 - Clorofila e os Conspiradores

 
Raymond Macherot
 
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Desenhador, Argumentista 
(Bélgica) Verviers, 30 de Março de 1924 - Verviers, 26 de Setembro de 2008

Raymond Macherot foi um mestre da BD em séries animalísticas poéticas e satíricas, como Clorofila e Sybilline, publicadas nas revistas Tintin e Spirou. Raymond Macherot desejava inicialmente seguir uma carreira no jornalismo e na pintura, mas por necessidades financeiras, dedicou-se à ilustração.
Os seus primeiros desenhos, assinados com o pseudónimo de Zara, foram para o magazine satírico Pan. Em 1953, entra na revista Tintin e nos estúdios de arte da editoras Lombard. Aqui realiza inúmeras ilustrações e histórias curtas, escrevendo também o primeiro episódio de O Cavaleiro Branco, desenhado pelo casal Funcken.
Um ano depois, cria a sua primeira série com animais e a mais conhecida da sua carreira, Clorofila e Minimun. Até 1963, Macherot responsabiliza-se pela série, passando depois para outros autores, como Guilmard e Hubuc. Paralelamente, desenhava histórias curtas de Pére La Houle e Klaxon. Entretanto, cria em 1960 a série policial do coronel reformado Clifton, tendo escrito e desenhado três episódios, sendo rendido por Turk e De Groot.
Macherot deixa a revista Tintin em 1964 e junta-se à redacção da Spirou, onde faz a sua estreia com outra série de animais chamada Chaminou et le Khrompire, sobre um gato aristocrata no reino da Zoolande. Infelizmente, a série dura apenas um episódio (até 1989, quando foi continuado por Denis Bodart e Yann e mais tarde por Olivier Saive e novamente Macherot). Um ano depois, Macherot cria Sybilline et Taboum, continuando os temas já explorado em Clorofila. Macherot desenha esta série, auxiliado por Deliège nos argumentos, até à sua aposentação em 1990.
Na década de 1970, Macherot junta-se ao escritor Raoul Cauvin para criar a série do gato Mirliton. Como argumentista, Raymond Macherot cria com Yvan Delporte Mulligan (desenhado por Berck) e Isabelle (desenhado por Will). Em 2005, Macherot e André Taymans começam a trabalhar em novas aventuras de Sybilline.
 
 
 
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publicado por Adelaide Pereira às 22:09

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Sexta-feira, 28 de Agosto de 2020

Imortal - José Rodrigues dos Santos

Resumo- Um cientista chinês anuncia de surpresa o nascimento de dois bebés geneticamente modificados. Logo a seguir é raptado. A imprensa internacional interroga-se, os serviços secretos mexem-se. Tomás Noronha é interpelado em Lisboa por um desconhecido. Pertence à agência americana de tecnologia, DARPA, e revela-lhe um projeto secreto inspirado no Homem Vitruviano, de Leonardo da Vinci. De repente, o apartamento onde ambos se encontram explode e o metro para onde fogem sofre uma colisão mortífera. O mundo parece enlouquecer...

(imagem e texto de fnac.pt)

José Rodrigues dos Santos nasceu em 1964 em Moçambique. Doutorado em Ciências da Comunicação, é jornalista da RTP. Trabalhou na Rádio Macau e na BBC e foi colaborador permanente da CNN.
É prémio Bertrand de Ficção, prémio do Clube Literário do Porto, prémio Portal da Literatura e Prix Lusophonie Littérature.
IMORTAL é o seu vigésimo romance.

(imagem e texto de gradiva.pt)

 

 

Surpreendente! Fascinante!

Li as primeiras obras do autor, "A Vida num sopro" e "O Anjo Branco"gostei... 

Os temas seguintes não me cativaram. Deixei de o ler.

Ler esta obra foi uma boa decisão! 

O livro conduz a uma reflexão sobre os avanços tecnológicos, a inteligência artificial, a manipulação genética e a evolução do Homem a par destes progressos.

O autor fez uma investigação muito completa sobre estes assuntos. Os factos estão muito bem fundamentados e a escrita é excelente!

 

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publicado por Adelaide Pereira às 22:37

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Terça-feira, 25 de Agosto de 2020

Valérian e Laureline - Pierre Christin e Jean-Claude Mézières

Coleção Os Incontornáveis da Banda Desenhada 

Publicação ASA e Público, Público/ASA, 2011

Este volume inclui 2 álbuns: 

- Nas Imediações do Grande Nada

- O AbreTempo

 

Valérian e Laureline são dois agentes espaço-temporais, que vagueiam no Universo a bordo de uma nave fretada pela Galaxity, capital do Império da TerraPierre Christin, romancista e argumentista, e o desenhador Jean-Claude Mézières criaram esta série de ficção científica para o semanário francês Pilote, cujas primeiras pranchas saíram no #420 de 9 de Dezembro de 1967.
Valérian teve a sua estreia em Portugal na revista Tintin #36/3º ano, 30 de Janeiro de 1971, tendo sido editado nas revistas Jornal da BDFlecha 2000 (suplemento do jornal Diário Popular) e Selecções BD (1ª série). Em álbum teve edições pela extinta Meribérica e, actualmente, pela ASA.

Com a presente edição destes dois episódios, a saga da série fica totalmente editada em Portugal.

 

 

Súmla de Nas Imediações do Grande Nada

Num asteróide perdido algures no universo, Valérian e Laureline tornaram-se pequenos comerciantes. São na verdade negociantes muito pouco prósperos, mais interessados na recolha de informações sobre o desaparecimento da Terra do que na facturação do seu negócio. Por isso se alistam numa expedição que vai brevemente partir para explorar o Grande Nada.

 

Súmula de O AbreTempo

Valérian e Laureline prosseguem a sua epopeia em busca da Terra desaparecida e descobrem que os Limboz, deploráveis criaturas do Grande Nada, possuem um misterioso objecto, o Abretempo, que é activado pela força mental de almas puras. Valérian e os seus amigos conseguem activar o Abretempo, o que liberta a Terra das suas amarras e a recoloca no seu devido lugar no sistema solar, ao passo que os Wolochs desaparecem no Grande Nada.
 
 
Pierre Christin
 

 Imagem

 
Argumentista
(França) Saint-Mandé, 27 de Julho de 1938


Pierre Christin está entre os melhores escritores actuais de BD. Christin estuda línguas e política e, em seguida, é professor de francês numa universidade americana. Nos Estados Unidos, encontra o seu amigo de infância, Jean-Claude Mézières, com quem faz um pequeno filme para uma estação de televisão local. Christin e Mézières, em seguida, começam a produzir material para a revista Pilote. Na época, Christin ainda trabalha sob o pseudónimo de Linus. De regresso a França, continua a escrever histórias para BD para revistas como Pilote e Tout Jornal, com artistas como Jean Giraud, Jijé, Mazel, Jean Torton, Florenci Clavé, Raymond Poïvet Alexis.
Juntamente com Mézières, Christin cria sua primeira série, Valérian, uma saga de ficção-científica lançada em 1970 e que se torna bastante popular ao longo dos anos. Enquanto escreve histórias para BD, volta a leccionar, desta vez numa universidade em Bordéus. Expande as suas actividades na BD na década de 70, escrevendo para Claude Auclair (Jason Muller), Jean Vern (En Douce Le BonheurLa Maison du Temps qui Passe, etc), Jacques Tardi (Rumeurs sur le Rouergue) e Enki Bilal (La croisière des OubliésO navio de pedraAs falanges da Ordem Negra, etc.) Os anos 80 trouxe novas colaborações, com Annie Goetzinger, François Boucq (o bem-humorado Les Leçons du Professeur Bourremou), Patrick Lesueur, Jacques-Henri Tournadre e Bernard Puchulu.
Pierre Christin é também o autor de várias "graphic novels", como Los AngelesCorações Sangrentos (ambos com Bilal), Lady Polaris (com Mézières), e Le Tango du Disparu (com Goetzinger). Em 1990, lança outra série com MézièresCanal Choc. Juntos também colaboram na série Valérian para televisão. Christin também continua as suas atividades de escrita com argumentos para Daniel Ceppi, Max Cabanes, Philippe Aymond, Jacques Ferrandez e Jean-Claude Denis. Além de seu trabalho na BD, Pierre Christin é o autor de vários romances, além de uma peça de teatro.

 

Jean-Claude Mézières

 Imagem

 
 Argumentista, Desenhador
(França) Paris, 23 de Setembro de 1938

 Jean-Claude Mézières é um dos mais influentes desenhadores europeus de ficção científica, mais conhecido como o co-criador do Valérian com Pierre Christin. Mézières nasce em Paris, onde estuda no Instituto de Artes Aplicadas, juntamente com Jean Giraud. Enquanto ainda frequenta a escola de arte, colabora com várias revistas, incluindo a Coeurs Vaillants (1953-1954). Nos anos seguintes, desenha para as revistas Bonjour Philipinne, Fripounet et Marisette e Spirou, bem como livros e publicidade.
Mézières cumpre o seu serviço militar em Tlemcen, Argélia. Seguidamente,  encontra emprego nos Studios Hachette em 1961. Lá, trabalha como ilustrador para  um livro da série L'Histoire des Civilizations, juntamente com Jean  Giraud.
No entanto, sua paixão pelo Velho Oeste americano e a vida de vaqueiro leva-o a viajar para os Estados Unidos em 1965. Aí trabalha num rancho em Montana e acaba  por reunir-se com seu amigo de infância Pierre Christin em Salt Lake
City, Utah.  Durante este período, faz ilustrações para uma pequena agência de publicidade e  para uma revista Mórmon. Com Christin produzem alguns contos para a revista  Pilote, em França. A sua colaboração veio a florescer quando começam a série do  agente espaço-temporal Valérian e da sua namorada
Laureline.  Até então, Mézières tinha publicado histórias mais curtas na revista Pilote, com  argumentos de Christin (Linus), Fred, Reiser, Lob e Goscinny. Assume a  continuação da história L'Extraordinaire et Troublante Aventure de M.  Auguste Faust com o argumentista Fred.
A primeira aventura de Valerian aparece no Pilote em 1967.  Desde então, Mézières trabalha quase exclusivamente na série que também já foi  adaptada a uma série animada de TV. Além de Valérian, Mézières  e Christin têm lançado one-shots, como Lady Polaris (Autrement, 1987) e  a série Canal Choc (Les Humanoïdes Associés, 1990). Para este  último trabalho, Mézières foi principalmente supervisor, sendo a arte feita  pelos seus alunos Hugues Labiano, Philippe Aymond e Philippe Chapelle. No final  dos anos 1980, Mézières começa a experimentar com cores directas em alguns  contos para a Métal Hurlant. Para Le Monde, é um ilustrador regular para a  coluna Heures Locales. Jean-Claude Mézières também ministra cursos de BD na  Universidade de Paris, Vincennes, sendo alunos artistas como André Juillard e  Régis Loisel. Ainda visita regularmente os EUA para experimentar a vida no  campo.

 

(imagens e textos de http://biblobd.blogspot.comhttp://bedetecaportugal.weebly.com)

 

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publicado por Adelaide Pereira às 17:30

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Domingo, 23 de Agosto de 2020

O Buda Azul - Cosey

Coleção Os Incontornáveis da Banda Desenhada 

Publicação ASA e Público, Público/ASA, 2011

Este volume inclui 2 álbuns: Tomo 1 e Tomo 2

 

Súmula dos dois episódios que compôem a série O Buda Azul:
 
O Buda Azul – Tomo 1

 

Um jovem inglês, residente na Índia nos anos 1960, foge para não ir parar às escolas de Inglaterra. Desloca-se clandestinamente no camião conduzido pelo motorista tibetano da família Cardboard. Mas acaba por ser vítima de um despiste na neve ao evitar um vulto parecido com o Yéti que surge no caminho. É recolhido pelos residentes de um mosteiro tibetano onde faz amizade com Chogyam e Namgyal e descobre outra filosofia de vida. A insaciável curiosidade de “Porridge” vai levá-lo até Lhal, uma jovem guardiã do Buda Azul.

 

O Buda Azul – Tomo 2

 

O ataque e destruição do mosteiro tibetano pelas tropas chinesas separam Gifford e Lahl, quinta reencarnação de um mestre tibetano e guardiã do fabuloso e mítico Buda Azul. Nos 13 anos seguintes o jovem inglês procura incansavelmente a sua amada, que parece ter desaparecido sem deixar rasto. Entretanto, os dirigentes comunistas chineses decidem preparar o aparecimento público de uma falsa Lahl, industriada para servir os seus propósitos. Isso atrai a atenção do herói e o reencontro de ambos está prestes a realizar-se...

 

COSEY

 Imagem

 
Bernard Cosendai
Argumentista, Desenhador
(Suiça) Lausanne, 14 de Julho de 1950

 

Bernard Cosendai, mais conhecido como Cosey, trabalha numa agência de publicidade antes de ingressar na BD em 1969, tendo como professor o seu vizinho DeribCosey publica o repórter Paul Aroid  no diário suíço 24 Heures e junta-se ao escritor André-Paul Duchateau para fazer três episódios de Monfreid et Tilbury no Le Soir Jeunesse.
Em 1974, publica o seu primeiro álbum, chamado Un Shampooing Pour la Couronne (texto de Jacques Ralf). Em 1975, cria a sua série de grande sucesso, Jonathan, para a revista Tintin. A série Jonathan vence vários prémios, incluindo o Grand Prix de Saint-Michel e um Alfred no Festival de Angoulême.
Na segunda etapa de sua carreira, Cosey concentra-se mais em one-shots. O seu primeiro foi o díptico À procura de Peter Pan, publicado por Lombard em 1984 e 1985. Cria várias graphic novels para a colecção de Aire Libre da Dupuis, como Viagem em Itália (1988), Orchidea (1990), Saigon-Hanoi (1992), Joyeux Noël, May! (1995), Zeke Raconte des Histoires (1999), Une maison de Frank L. Wright (2003) e O Buda Azul (2005-06). Além disso, produz L'Enfant Bouddha a partir de um argumento de Jacques Salomé (1993), bem como Zélie, Nord-Sud na coleção Signe de Lombard (1994) e Echo para a editora Daniel Maghen (2007). Cosey regressa ao seu Jonathan em 1997.

( imagens e textos de http://bedetecaportugal.weebly.com/)

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publicado por Adelaide Pereira às 09:51

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Sábado, 22 de Agosto de 2020

As Aventuras de Max Fridman - Rapsódia Húngara - Vittorio Giardino

Coleção Os Incontornáveis da Banda Desenhada 

Publicação ASA e Público, 2011

 

Max Fridman, a obra mais prestigiada de Vittorio Giardino, é uma série de espionagem, ambientada em 1938, na Europa já a um passo da guerra.
Antigo espião francês, reformado e a viver na Suíça com a filha, Max é chantageado pelos dirigentes da contraespionagem de Paris e obrigado a voltar ao activo por uma missão, em Budapeste, onde a rede francesa (Rapsódia) está a ser aniquilada.
Esse é o ponto de partida para o primeiro episódio da série, “Rapsódia Húngara”, onde a disputa é intensa entre os franceses e os alemães nazis da Abwehr e os russos soviéticos da NKVD.
Pouco se sabe do passado de Max, um quarentão de barba ruiva, divorciado, a não ser que já esteve na Catalunha, fica nervoso com as armas de fogo, dificilmente é seduzido por mulheres mas é facilmente derrubado a soco. O apelido não engana, é judeu.
O primeiro episódio da série passa-se quase todo em Budapeste, mas também nas ilhas gregas, nos meses de Fevereiro e Março de 1938 e termina com o Anschluss, a anexação nazi da Áustria.
Ainda em 1938, Max Fridman vai estar em Istambul (“La Porta d’Oriente”) e na Catalunha (“No Pasaran”), nos outros dois títulos da série, inéditos em português.
Não tiverem a mesma receção que “Rapsódia Húngara”, lançada em 1982 na revista italiana Orient Express e que elevou Giardino ao estatuto de grande autor de BD.
Pela introdução que Giardino escreveu para a obra, fica-se a saber que tudo começou com a passagem do autor por Budapeste, em 1972, e com a intensa paixão pela cidade.
“Este é o lugar por onde começar, não pode ser outro. E a história chamar-se-á Rapsódia Húngara”, escreveu Giardino, que já tinha definido a época histórica, o período imediatamente anterior à II Guerra Mundial.
Budapeste era, então, um intenso entreposto de espionagem, onde se cruzavam todas as grandes potências da altura. Numa Europa onde o nazismo e o fascismo avançavam, a Hungria tentava manter algum equilíbrio democrático, sob a regência do almirante Horty.
Minucioso e elegante no desenho, Giardino é brilhante na reconstituição da Budapeste dos anos 30, o que logo se percebe com a primeira vinheta, uma magnífica representação da ponte Erzsebét, entre as margens de Buda e Peste.
O traço realista de Giardino, que virá a ser excecional em obras mais recentes (Little Ego ou Jonas Fink, por exemplo), é próximo da Linha Clara realista belga e por vezes, no arranque de Max Fridman, recorda Tardi.
A série destaca-se também pela elaboração do argumento, a um nível romanesco que é digno dos enredos de espionagem de Graham Greene. Sempre com uma visão social muito forte, refletindo os anos de militância comunista do jovem Vittorio Giardino.
Em Portugal, Max Fridman foi editado no Jornal da BD, em 1987. “Rapsódia Húngara” foi dividido em duas partes, ocupando os números 243 e 247. Mais tarde, as 90 páginas saíram em álbum único, em 2011, o #8 da colecção Os Incontornáveis da BD, edição ASA/Público.

 

Vittorio Giardino

Desenhador, Argumentista (Itália) Bolonha, 24 de Dezembro de 1946

Imagem

Giardino, engenheiro electrónico de formação, inicia a sua carreira na BD em 1978. Os seus primeiros trabalhos aparecem na revista La Città Futura. No ano seguinte, estreia a série do detective Sam Pezzo. Em 1982, nasce a personagem Max Fridmanno Orient-Express. Um ano mais tarde, para o Glamour International e para o Comic Art, desenha histórias curtas de Little Ego, versão feminina e erótica do pequeno sonhador idealizado por Winson McCay. Em 1993, estreia a série Jonas Fink para o jornal Il Griffo, uma série que decorre durante o período difícil do regime comunista da ex-Checoslováquia. Em 1996, adapta o romance de Dino Buzzati, Veston ensorcelé. Em 2001, a Casterman edita um conjunto de histórias curtas num álbum intitulado Férias Fatais. Dois anos, propõe-nos, em conjunto com Giovanni Barbieri, a obra Eva Miranda.

 

(http://bedetecaportugal.weebly.com/max-fridman.html)

 

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publicado por Adelaide Pereira às 17:26

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O Gato do Rabino - Joann Sfar

 

Coleção Os Incontornáveis da Banda Desenhada 

Publicação ASA e Público, 2011

Este álbum reúne os três primeiros álbuns da série O Gato do Rabino: O Bar-Mitzvá, O Malka dos Leõers e O Êxodo.

 

Resumo
No início do século XX, o gato de um rabino de Argel relata sua vida, dialogando com o seu mestre. Na verdade, este gato só fala porque comeu o papagaio da casa e tende a dizer o que pensa, sem inibição. O gato questiona tudo, especialmente, o rabino e os próprios fundamentos do judaísmo. Temendo a má influência que o seu gato falante pode ter sobre sua filha Zlabya, o rabino decide ensinar-lhe o Torah, o Talmud, a Mishna e o Guemara para colocá-lo no caminho certo.

 

Joann Sfar

 Imagem

 
Argumentista, Desenhador
(França) Nice, 28 de Agosto de 1971
 
Joann Sfar nasceu em Nice em 1971, filho de mãe cantora e pai advogado. Foi educado segundo as culturas judia ashkenaze e sefardita, aprenda hebraico e os princípios da Torá, mas também frequenta a escola pública francesa. Sfar, cujo apelido vem precisamente de sofer, «escrivão» em hebraico, depressa começa a inventar e desenhar histórias com a abundância que ainda hoje o caracteriza. A partir dos quinze anos começa a enviar mensalmente um novo projeto de banda desenhada a diferentes editores, trabalhos esses rejeitados com a mesma regularidade. Mais tarde, conhece Fred, Baudoin e Pierre Dubois, que se tornam nos seus verdadeiros pais espirituais. Depois de um doutoramento em Filosofia na Universidad de Nice, estuda Belas Artes em Paris e apaixona-se pelos cursos de Morfologia. Em 1993, cruza a porta do atelier Nawak, o futuro atelier Des Vosges, onde conhece Lewis Trondheim, David B., Jean-Christophe Menu, Emmanuel Guibert, Christophe Blain, Émile Bravo e Marjane Satrapi. Num belo mês de 1994, três editores diferentes propõem-lhe editar o seu trabalho. O seu primeiro livro, NOYÉ LE POISSON, é publicado nesse mesmo ano por L’Association. Depois, a um ritmo aparentemente desordenado, Joann Sfar compõe obras de uma originalidade absoluta. A profundidade das suas histórias nunca exclui a diversão nem a sensualidade. Os seus personagens têm a mesma truculência que os de Albert Cohen. E o prazer de desenhar é nele tão comunicativo como em Quentin Blake. Graças a autores como Sfar, a banda desenhada eleva-se a um novo patamar.
Assinou já mais de cem obras de Banda Desenhada. Igualmente cineasta, é o autor de “Gainsbourg – Vida Heroica”, tendo também corealizado o filme de animação baseado na BD “O Gato do Rabino”.
 

http://bedetecaportugal.weebly.com/gato-do-rabino.html).

 

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publicado por Adelaide Pereira às 13:31

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