Sexta-feira, 30 de Abril de 2021

As Aventuras de Philip e Francis: Ameaças ao Império - Nicolas Barral, Pierre Veys

De há algumas semanas para cá, estranhos fenómenos abalam o coração do Império Britânico. Londres vive horas trágicas: as mulheres revoltam-se e levam a cabo acções espectaculares e delirantes para se libertarem do jugo da dominação masculina... Percebe-se deste modo que a estabilidade da sociedade inglesa depende inteiramente da disciplina rigorosa que elas respeitavam até aí. Prenunciará esta mudança de comportamento uma catástrofe sem precedentes? De onde provém esta terrível ameaça? Quem está interessado em minar os fundamentos desta civilização brilhante? A missão dos nossos garbosos heróis, Philip e Francis, será a de conseguir respostas para estas inquietantes questões.

(imagem e texto de gradiva.pt)

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publicado por Adelaide Pereira às 14:39

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Quinta-feira, 29 de Abril de 2021

Regresso a Itália - Elizabeth Adler

O marido de Lamour Harrington morreu há dois anos. Desde então, Lamour deixou-se absorver pelo seu trabalho de arquiteta paisagista, mas nem sequer a criação de belas «salas» exteriores consegue devolver-lhe a paz interior. Quando é confrontada com uma horrível verdade sobre o marido que adorava, Lamour percebe que precisa de um lugar onde se reconciliar com a vida. Regressa à casa na costa amalfitana onde viveu com o pai durante os anos mais felizes da sua infância. Mas a casa das suas recordações contém os seus próprios segredos e obriga-a a enfrentar novas verdades sobre outro homem que amou em pequena. A morte do pai foi mesmo acidental? Ou esconderia alguma coisa que precipitou o seu desaparecimento precoce?
Dividida entre dois homens misteriosos e irresistíveis, Lamour descobre que o passado tem formas de reaparecer quando menos se espera. E alguém quer assegurar-se que Lamour não revela os segredos daquele refúgio idílico e de sonho. Quando o passado e o presente colidem num clímax demolidor e cheio de suspense, Lamour deve encarar o que mais teme, para encontrar a coragem de viver a vida na sua plenitude. Regresso a Itália é um romance fascinante, que nos excita os sentidos e se lê de um fôlego.

(imagem e texto de bertrand.pt)

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publicado por Adelaide Pereira às 17:24

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Para a Laura!

A nossa família vai aumentar com uma priminha que vem a caminho.

Para a Laura bordei uma fralda e fiz um casaquinho...

 

 

publicado por Adelaide Pereira às 12:38

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Quarta-feira, 28 de Abril de 2021

Pensamento

"Aqueles que passam por nós não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós." 

Antoine de Saint-Exupery

 

publicado por Adelaide Pereira às 18:34

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Terça-feira, 27 de Abril de 2021

Trabalhos dos alunos - Dia Mundial da Floresta

Sem desrespeitar o distanciamento social, realizamos uma atividade de grupo (de turma) para comemorar o Dia Mundial da Floresta.

Cada aluno desenhou uma folha de árvore, na qual escreveu uma frase relacionada com a proteção da Floresta.

Eu desenhei uma árvore para cada turma, a qual colei numa cartolina.

Em sala de aula, a árvore foi colocada numa mesa vazia, e um aluno de cada vez, desinfetando de seguida as mãos, colou a sua folha na respetiva árvore.

Ficaram felizes por finalmente poderem realizar uma pequena atividade de grupo e poderem expor as suas árvores na parede da sala de aula.

É tão fácil dar às crianças um sinal de esperança de que tudo vai voltar ao normal!

 

publicado por Adelaide Pereira às 18:52

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Segunda-feira, 26 de Abril de 2021

Felicidades!

24 de abril 2021 - Ana & Carlos

 

publicado por Adelaide Pereira às 19:49

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Domingo, 25 de Abril de 2021

Tudo vai ficar bem!

Uma pequena escapadela há tanto tempo desejada!

Um fim de semana no meu local de sonho!

Vendo as plantas que a minha mãe plantou com tanto amor carregadas de flores, a anunciar a chegada de mais uma primavera, indiferentes ao confinamento que nos rodeia, acredito...

Tudo vai ficar bem!

 

 

publicado por Adelaide Pereira às 12:18

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Quinta-feira, 22 de Abril de 2021

Dia da Terra - 22 de abril

"A Terra é a nossa casa e a casa de todos os seres vivos."

 

O Dia da Terra é celebrado para pensarmos sobre os recursos naturais da Terra e os problemas ambientais atuais, e assim sermos  cidadãos ambientalmente conscientes e responsáveis.

 

Tudo começou com uma manifestação dos cidadãos americanos para a criação de um Dia dedicado aos problemas do planeta Terra. A manifestação foi organizada pelo senador norte-americano Gaylord Nelson, ativista ambiental, no dia 22 de Abril de 1970 e nela participaram duas mil universidades, dez mil escolas primárias e secundárias e centenas de comunidades.

 

Em 1972 foi celebrada a primeira conferência internacional sobre o meio ambiente: a Conferência de Estocolmo, cujo objetivo foi sensibilizar os líderes mundiais sobre a importância dos problemas ambientais e a necessidade de arranjar soluções para os mesmos.

 

Em 2009, a ONU (Organização das Nações Unidas) reconheceu a importância desta data e instituiu o Dia Internacional da Mãe Terra, celebrado a 22 de abril.

 

Dia da Terra é uma celebração que diz respeito a toda a população mundial  e não está  relacionada com ideias políticas, nacionais e religiosas. Neste dia são realizadas por todo o mundo diversas atividades relacionadas com a divulgação e avaliação de problemas ambientais como: a contaminação do ar, da água e dos solos, a destruição de ecossistemas, as centenas de milhares de espécies de plantas e animais em extinção, o esgotamento de recursos não renováveis, …  Utiliza-se também este dia para insistir em soluções que permitam eliminar os efeitos negativos das atividades humanas. Essas soluções incluem a reciclagem de materiais manufaturados, a preservação dos recursos naturais, a proibição de utilizar produtos químicos prejudiciais, o fim da destruição de habitats fundamentais, a proteção de espécies ameaçadas, …

 

(texto adaptado de https://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_da_Terra)

 

"Olha a terra à tua volta, deita-te no chão e sente o coração do planeta a bater."
 
Paulo Coelho
 
 
"O nosso Planeta, velho de cerca de quatro mil quinhentos e quarenta milhões de anos, lar da biodiversidade, incluindo a humanidade inteira, não foi sempre como hoje o conhecemos. Esta nossa Terra, um ponto azul na imensidade do espaço cósmico, é o resultado de uma longa e complexa evolução, e o homem é o fruto mais jovem dessa mesma evolução, numa cadeia imensa de inter-relações em que participaram as rochas, através dos solos, a água, o ar e todos os seres vivos. Assim, interessa ao cidadão em geral, como criatura consciente que é no quadro da Natureza, conhecê-la melhor, a fim de bem avaliar os problemas que se lhe põem no seu relacionamento com o ambiente natural.
Na evolução da matéria, segundo Teilhard de Chardin (1881-1955), o grau de complexidade que esta assumiu foi crescente desde o início do tempo deste nosso Universo, isto é, nos treze mil e oitocentos milhões (13 800 000) de anos da sua existência. Das partículas subatómicas primordiais passou-se aos átomos e, só depois, às moléculas, cada vez mais complexas. A partir destas, a evolução caminhou no sentido das células mais primitivas que fizeram a sua aparição na Terra há mais de três mil e oitocentos milhões de anos, pensa-se que através de uma cadeia abiótica de estádios progressivamente mais elaborados, onde o ensaio e erro e o sucesso ou insucesso das soluções encontradas, isto é, os produtos sucessivamente sintetizados, tiveram a seu favor tal imensidade de tempo, da ordem de 75% ou mais da idade do Universo. Dos seres unicelulares, rudimentares, aos primeiros organismos pluricelulares, surgidos há setecentos a oitocentos milhões de anos, foi consumido apenas cerca de 20% desse mesmo tempo. Restou, pois, pouco mais de 5% para que, numa nova cadeia de complexidade, sempre crescente e a ritmo cada vez mais acelerado, se caminhasse dos invertebrados primitivos ao Homem. Do nosso aparecimento na Natureza, onde ocupamos o topo da escala evolutiva, aos dias de hoje, foi um passo de apenas 0,0001% do tempo universal da criação. Face à eternidade do tempo que falta cumprir a este nosso planeta, estimado em mais alguns milhares de milhões de anos, a presença do Homem na Natureza é ainda extraordinariamente curta e insignificante à escala da evolução biológica e, portanto, passível de erro, como aconteceu com inúmeras espécies no decurso dessa mesma evolução.
O Homem, feito dos mesmos átomos de que são feitas as estrelas, os minerais, as plantas, os outros animais e tudo o mais que existe, é matéria que adquiriu complexidade tal que se assumiu com capacidade de se interrogar, de se explicar e de intervir no seu próprio curso e no do ambiente onde foi “fabricado”. Ele é um estado muito avançado de combinação dessa mesma matéria, capaz de fazer aquilo a que chamamos Ciência, isto é, observar, descrever, relacionar, explicar, induzir, prever. O Homem, na sua possibilidade de adquirir conhecimento e de o transmitir, é a manifestação mais elaborada da realidade física do mundo que conhecemos, na qual foi consumida a quase totalidade do tempo do universo. Assim, a Ciência, através do Homem, pode ser entendida também como expoente máximo da matéria que se questiona a si própria. Pode dizer-se que a Natureza “pensa” através do cérebro humano e, com igual razão, pode aceitar-se que o Homem deu voz à Natureza. Tais capacidades colocam-nos a nós, humanos, numa posição de grande vantagem entre os nossos pares no todo natural. Mas teremos nós o direito de gerir a Natureza apenas em nosso proveito, agredindo-a como tem sido regra, sobretudo a partir da Revolução Industrial, no séc. XIX, e, com particular intensidade, nas últimas décadas?
A Terra, no quadro em que se nos apresenta hoje, é o resultado de um sem número de agressões sofridas ao longo da sua velhíssima história. Contudo, e em consonância com James Lovelock, na sua hipótese “Gaia”, a Terra é um corpo que se auto-regula e, como tal, sempre soube encontrar resposta a todas essas agressões e vai, sem dúvida, continuar a fazê-lo. Os danos que lhe podemos causar, no mau uso que dela fizermos, é mudar-lhe as condições que nos são favoráveis e que bem conhecemos, dando origem a outras, ainda desconhecidas, que nos poderão ser altamente adversas. Assim, ao atentar contra a Natureza, o Homem está, certamente, a atentar também contra si próprio, contra a humanidade. Acaso deixou de existir mundo natural aquando das grandes extinções em massa, como a que se verificou há cerca de 65 milhões de anos que, entre muitíssimos outros grupos biológicos, levou ao desaparecimento dos dinossáurios não avianos.
Numa ânsia desenfreada de lucro e de prazer, a civilização industrial incontrolada pode desencadear uma nova extinção em massa que, certamente, a vitimará a ela também. Porém, o planeta – e os geólogos têm consciência disso – irá prosseguir, mesmo sem a inteligência do Homem, e acabará por encontrar novos caminhos, em obediência apenas às leis da física, incluindo as do acaso, podendo voltar a ensaiar um outro ser inteligente ou, até, mais inteligente do que esta versão moderna do Homo sapiens, que somos nós. Para tal só necessita de tempo, de muito tempo, e isso não lhe irá faltar, uma vez que estimamos em mais cinco a seis mil milhões de anos a sua existência como planeta, até Sol na sua evolução como estrela e envolva num imenso brasido.
Perante quem deve o Homem prestar contas da maneira como decide articular-se com a Natureza? É, sem dúvida, aos outros homens, ou seja, à Sociedade, que cada um de nós tem de responder pelo poder de decisão e pela liberdade de acção que as nossas imensas capacidades nos conferem. Se o Homem deu voz à Natureza, a Sociedade deu-lhe ética e assume-se no direito de estabelecer regras entre os seus pares no usufruto deste vasto condomínio. Sendo certo que a capacidade de intervenção de cada indivíduo, como elemento consciente desta mesma Sociedade, está na razão directa das suas convenientes informação e formação, importa, pois, incrementá-las. E incrementá-las é facultar-lhe o acesso aos conhecimentos que, desde sempre, a ciência nos vem revelando."
 
António Galopim de Carvalho
 
 
publicado por Adelaide Pereira às 09:12

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Bom dia!

 

publicado por Adelaide Pereira às 08:54

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Quarta-feira, 21 de Abril de 2021

A Livraria dos Finais Felizes - Jenny Colgan

Resumo- Nina Redmond é literalmente uma casamenteira. Encontrar o livro perfeito para cada leitor é a sua paixão... e também o seu trabalho. Ou pelo menos era, até a biblioteca pública onde trabalhava fechar as portas. Determinada a encontrar um novo rumo, Nina muda-se para uma pacata vila na Escócia, onde compra uma carrinha e a transforma numa livraria itinerante, viajando pelas Terras Altas e transformando as vidas daqueles com quem se cruza com o poder da literatura.

É então que descobre um mundo de aventura, magia e romance num lugar que aos poucos se vai tornando no seu lar… um lugar onde ela poderá escrever o seu final feliz para sempre.

(imagem e texto de fnac.pt)

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Excelente! 

Encantador e viciante!

Recomendo a todos os bibliófilos!

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publicado por Adelaide Pereira às 20:31

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Bom dia!

 

publicado por Adelaide Pereira às 20:15

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Segunda-feira, 19 de Abril de 2021

Festa de Família - Sveva Casati Modignani

Resumo- É quase Natal. Em Milão, num restaurante da Piazza Novelli já decorado de forma festiva, a proprietária prepara-se para receber as habituais clientes das quintas-feiras. Andreina, Carlotta, Gloria e Maria Sole: quatro jovens amigas que a cada semana se permitem um momento de conversa fiada e confidências.

Duas solteiras, duas casadas, todas se debatem com as dúvidas do coração: relacionamentos que as fazem infelizes, homens que após grandes declarações e presentes preciosos desaparecem ou entram no modo chinelo e pensam que o maior desejo de qualquer mulher é um robot de cozinha. Naquela noite, há um aniversário para comemorar.

Mas há também uma confissão inesperada: Andreina está à espera de bebé. Com um novo ano em perspetiva, e enquanto procura um pouco de paz na bela Villa Sans-souci de Paraggi, que herdou da avó materna, Maria Sole relembra o grande engano que foi o seu casamento e questiona-se sobre como foi possível não notar que o marido não era o que parecia, mesmo conhecendo-o desde a infância.

Refazendo as memórias contidas nos quartos da vila, a jovem percebe que a sua família sempre viveu envolta em secretismos, para não sujar a imagem de respeitabilidade. Felizmente, tem as amigas a seu lado, prontas para se apoiarem nos momentos difíceis.

Cada uma das quatro enfrenta o ano novo com um novo desafio e a sua força será o vínculo que as une como irmãs. Como uma família sincera. Uma história de recomeços e afetos a manter como tesouros preciosos.

(imagem e texto de fnac.pt)

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Sou fã da escritora desde o primeiro romance que li, Baunilha e Chocolate.

É, sem dúvida, uma escritora de excelência.

Este é um romance agradável, leve, mas, para mim, o seu romance mais pobre, comparado com os anteriores. 

 

 

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publicado por Adelaide Pereira às 16:03

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Domingo, 18 de Abril de 2021

Bom fim de semana!

 

publicado por Adelaide Pereira às 10:00

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Sexta-feira, 16 de Abril de 2021

Momentos Mágicos - Nora Roberts

RESUMO

" O irmão de Jonas tinha sido assassinado e ele estava decidido a encontrar o culpado. A sua investigação levou-o a Liz. Ela era uma enlouquecedora combinação de mistério, inocência e sedução.

Mas também era a chave para encontrar o assassino do seu irmão... Um amor para sempre.

Summer Lyndon, uma chefe mundialmente famosa, especializada em pastelaria, encontrava-se no auge da sua carreira quando recebeu uma oferta muito interessante do magnata hoteleiro Blake Cocharan, para gerir o restaurante de um luxuoso hotel de Filadélfia.

Não havia nenhuma razão para que Summer aceitasse um cliente tão presunçoso e arrogante como Blake, mas Blake era um desafio e Summer nunca virava as costas a um desafio.

Momentos mágicos para Ryan Swan, a quem a vida tinha ensinado que só podia confiar em si mesma, Pierce Atkins era o último homem a quem devia confiar o coração.

Contudo, perante a presença cativante de Pierce, todas as suas defesas pareciam desvanecer-se como por artes mágicas."

(texto e imagem de fnac.pt)

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publicado por Adelaide Pereira às 14:22

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Quinta-feira, 15 de Abril de 2021

Revelações de uma Carteira de 20 Quilos / Só o Amor pode partir um coração, mas um saldo de sapatos não anda muito longe - Cathy Guisewite

Revelações de uma Carteira de 20 Quilos

 

(texto e imagens de bertrand.pt)

 

 
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publicado por Adelaide Pereira às 14:57

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