Domingo, 11 de Agosto de 2019

Piodão - Arganil

A Aldeia Histórica do Piódão constitui um conjunto arquitetónico de rara beleza pelo seu enquadramento natural, mas também pela sua antiguidade, unidade e estado de preservação das construções, sendo apelidada por muitos como “aldeia presépio” dada a sua configuração que se espraia pela encosta do monte com as casas em xisto e lousa e as janelas e portas pintadas de azul, em anfiteatro.

Enquadra-se na tipologia das “Aldeias Históricas”. Sabe-se que a aldeia do Piódão serviu de abrigo a muitos que se pretendiam esconder ou por questões políticas em épocas mais severas, ou por questões jurídicas. No entanto, não foram só foragidos que a procuraram. No século XIX, o Cónego Manuel Fernandes Nogueira, fundou um colégio que preparava alunos para a entrada no seminário. Muitos rapazes da Beira Interior passaram pelo colégio entre 1886 e 1906.

A história da aldeia perde-se na noite dos tempos. Poucos são os vestígios que permitem reconstruir a história, no entanto, os achados arqueológicos de Chãs d’Égua são um importante testemunho da possível antiguidade da aldeia.

(https://www.cm-arganil.pt/visitar/o-que-visitar/piodao)

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publicado por Adelaide Pereira às 23:32

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Mata da Margaraça - Serra do Açor

A Mata da Margaraça, situada em plena Área Protegida da Serra do Açor, constitui um raro testemunho de vegetação espontânea de paisagem serrana, uma importante Reserva Biogenética, considerada como o último reduto de vegetação original do Centro do País. Abrangendo 68 hectares, a Mata da Margaraça constitui uma área que vale a pena ficar a conhecer pela sua frescura e biodiversidade. O carvalho, o medronheiro, a aveleira, a cerejeira, a madressilva, o martagão, o ulmeiro e a urze (cujo pólen dá um paladar tão característico ao mel da Serra do Açor), a par de uma elevada cobertura de musgos, líquenes e fungos, são espécies em abundância que por lá se podem observar No que toca à fauna, é de salientar o açor, a coruja do mato, o gavião, a águia de asa redonda, a gralha preta, o pombo torcaz, a rola e o dom-fafe que fazem da Mata a sua casa.

(texto de https://www.cm-arganil.pt/visitar/o-que-visitar/mata-da-margaraca)

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publicado por Adelaide Pereira às 22:58

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Centro de Interpretação da Serra do Açor

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publicado por Adelaide Pereira às 22:47

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Aldeia de Pardieiros - Arganil

Pardieiros é uma aldeia situada na freguesia de Benfeita, concelho de Arganil, inserida na paisagem protegida da Serra do Açor. Na freguesia da Benfeita os habitantes de cada localidade têm diferentes alcunhas, no caso dos Pardieiros são os “Ralhadores”.

Relativamente ao nome da aldeia dizia-se que nem sempre foi Pardieiros, só conheceu este nome quando foi reabitada após uma epidemia de febre tifóide e as casas que existiam estavam em ruínas. Antes dizia-se que se chamava Valverde. 

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publicado por Adelaide Pereira às 22:30

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Cascata da Fraga da Pena - Benfeita - Arganil

Cascata da Fraga da Pena é uma queda de água (cascata) na Serra do Açor e que se localiza nas proximidades da aldeia de Pardieiros, Arganil, no Distrito de Coimbra, em Portugal.

Esta cascata tem origem num acidente geológico e é considerada uma das maiores mais valias entre os recursos naturais da paisagem protegida da Serra do Açor.

As águas que se despenham desta cascata correm por um vale muito apertado na montanha, dando assim origem a uma micropaisagem, que surge de forma repentina, dotada de vegetação abundante a cobrir o xisto.

O desnível da Cascata da Fraga da Pena chega aos 20 metros de altura. A sua alimentação provem da Barroca das Degrainhas, onde forma um primeiro lençol de água, águas estas que escorrem para outro menor e dando novamente origem a outra cascata.

Nas suas margens existem alguns antigos exemplares de carvalho-alvarinho (Quercus robur) e de castanheiro (Castanea sativa), medronheiro (Arbutus unedo), trovisco (Daphne gnidium) e adernos (Phillyrea latifolia e P. angustifolia).

(texto de https://pt.wikipedia.org/wiki/Cascata_da_Fraga_da_Pena e aldeiasdoxisto.pt/poi/256 )

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publicado por Adelaide Pereira às 22:15

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