Sábado, 23 de Setembro de 2017

Arte de Odeith em prédios na Amadora

Prédios de Amadora transpiram cultura

Amália Rodrigues (diva do Fado), Zeca Afonso (cantor de músicas alusivas ao 25 de Abril) e Carlos Paredes (guitarrista) concentraram-se, de forma eterna, na Amadora.
 
 
A junção foi feita pelo artista português Sérgio Odeith que os graffitou nas paredes de três prédios da cidade. O resultado é gigantesto, deslumbrante e, o mestre do graffiti não pára de ser elogiado pelo serviço nas redes sociais.
 

É na parede de um dos prédios de frente para a Estação do Metro Amadora-Este, que está desenhado Carlos Paredes. O guitarrista português, está sentado a dedilhar a sua guitarra. Quem por lá passa e admira a obra sente-se desafiado a cantarolar alguns Fados.

Em outra parede de outro prédio da cidade da Amadora está a Imortal fadista Amália Rodrigues. De rosto pensativo e mãos na cintura, a diva do Fado, mede tanto como a parede do prédio de seis andares, cerca de 20 metros.

Uma terceira parede foi preenchida com Zeca Afonso. Este, de olhar descontraído e, comodamente sentado, olha para Amália que foi "pregada" a uma parede do outro lado da rua.

Todos os desenhos foram feitos em paredes de prédios situados em zonas movimentadas da cidade de Amadora por Sérgio Odeith que considera ser uma forma de manter a história de Portugal bem viva”.

O realismo e técnica de Odeith "dá para agradar aos mais velhos porque conhecem bem estas personagens e levar os mais novos a pesquisar quem eles são”.

O desafio, lançado pela Câmara Municipal da Amadora e por Catarina Martins, responsável pelo projecto “Conversas na Rua”. Uma iniciativa que promove a arte urbana na cidade enquanto homenageia figuras emblemáticas da cultura portuguesa.

Sérgio Odeith nasceu em 1976, na Damaia (Portugal). Teve, pela primeira vez, nas mãos numa lata de spray em meados dos anos de 1980, mas foi na década seguinte, quando o graffiti se começou a disseminar em Portugal e a surgir fora do seu berço Carcavelos que teve o primeiro contacto com o graffiti e com o movimento que se iniciava. As suas primeiras experiências foram realizadas na rua e em linhas de comboio e, desta forma, a paixão que sempre tinha mostrado pelo desenho encontrou um novo sentido e pôde começar a desenvolver-se. Passado pouco tempo, surgiram oportunidades para pintar grandes murais na Damaia, em Carcavelos e em diversos bairros sociais, entre os quais, a Cova da Moura, o 6 de Maio e Santa Filomena.


Desde cedo, revelou um interesse especial pela perspectiva e pela sombra, num estilo obscuro que veio a designar “3D sombrio”, onde as composições, quer fossem paisagens ou retratos, mensagens ou homenagens, se destacavam pelo seu realismo e técnica.

Foi, em 2005, reconhecido, a nível internacional, pelas inovadoras incursões na chamada anamorphic art, onde se destacou pelas composições criadas em perspectiva pintadas em diferentes superfícies, como esquinas de 90º ou da parede para o chão, criando um efeito de ilusão óptica.

Em 2008. decide encerrar as portas do seu estúdio de tatuagens (inaugurado em 1999), para ir trabalhar para Londres. Atualmente, de regresso a Lisboa, assumiu a pintura como atividade principal.

 

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(texto e imagens de http://www.verportugal.net/vp/)

 

 A mais recente pintura de Odeith na Amadora, concluida hoje, Fernando Pessoa...

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 Espetacular! Isto é arte! 

 

 

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publicado por Adelaide Pereira às 18:04

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Domingo, 3 de Setembro de 2017

Férias "na terra"

Mais uma semana passada na quinta das férias de sonho da minha infância e adolescência.

Foi tempo de me sentir "no campo" e de visitar os "terrenos", agora praticamente abandonados, onde apanhamos alguma fruta.

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Foi tempo de ver a familia "da terra" e sentir os gestos de boa vontade dos primos que, sabendo que os nossos terrenos não foram cultivados, nos ofereceram ovos, fruta, batata, cebola, tomate, couve, courgete,... repartindo aquilo que obtêm da terra e do seu trabalho. 

 

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Serra da Estrela

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Penhas da Saúde

Penhas da Saúde é uma localidade no município da Covilhã, Portugal. Esta aldeia de montanha está localizada no coração da Serra da Estrela, agraciada com um belo cenário montanhoso, a uma altitude de 1.500 metros. É principalmente um resort de inverno.

(texto de Wikipedia.pt)

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Centro Interpretativo do vale glaciar do Zêzere

O Centro Interpretativo do Vale Glaciar do Zêzere, inaugurado no dia 04 de março de 2013,  com reutilização da Casa dos Guardas Florestais,tem como objetivo dar a conhecer outras perspetivas e visões do Vale Glaciar do Zêzere e as potencialidades turísticas do Concelho de Manteigas.

Um equipamento único na região e que funcionará como excelente meio de captação de visitantes e de divulgação do território.

A principal atrac­ção do Centro Interpretativo é um simulador que recria uma viagem de balão/dirigível ao longo do Vale Glaciar do Zêzere. Um passeio onde o visitante se deslocará virtualmente sobre a área, patri­mónio natural, com uma extensão de 13 quilómetros, com pontuais recuos no tempo, saltos de milhares de anos, para, com o recurso a representações 3D, me­lhor se compreender o fenómeno da glaciação.

O Centro Interpretativo conta ainda com duas «janelas» para Manteigas (presente e passado), qua­dros interativos sobre a fauna e flora predominantes no Vale, um módulo sobre os percursos pedestres e a narração de uma história relacionada com a atividade florestal (antiga Casa do Guarda Florestal) num cená­rio criado em torno da lareira existente no edifício.

(texto de http://www.civglaz-manteigas.pt/)

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publicado por Adelaide Pereira às 00:41

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Pousada Convento de Belmonte

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Belmonte - Centum Cellas

A Torre Centum Cellas antigamente também chamada de Torre de São Cornélio é um curioso e singular monumento lítico situado na freguesia do Colmeal da Torre, concelho de Belmonte.

Atualmente em ruínas, tem, ao longo dos séculos, despertado as atenções de todos, suscitando as mais diversas teorias e gerando-se à sua volta as mais variadas lendas.

Umas dessas tradições refere que teria sido uma prisão com cem celas, daí derivando o nome Centum Cellas, onde teria estado cativo São Cornélio, razão porque também é conhecida pelo nome de Torre de São Cornélio.

(texto de http://cm-belmonte.com)

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publicado por Adelaide Pereira às 00:27

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Belmonte - Museu Judaico

Trata-se do primeiro museu judaico em Portugal, que pretende retratar a História dos Judeus no nosso país, a sua integração na sociedade portuguesa e o seu valioso contributo ao nível da cultura, da arte, da literatura e do comércio.

(texto de http://cm-belmonte.com)

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(fotos de Victor Pereira)

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publicado por Adelaide Pereira às 00:08

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Sábado, 2 de Setembro de 2017

Belmonte - Museu do Azeite

O principal objectivo deste equipamento, é dar a conhecer ao visitante as técnicas da produção do Azeite e a importância que este teve na economia local.

O Museu desenvolve-se em três pisos, contando no exterior com uma área de lazer, com a preservação de um olival e onde se localizarão a maioria dos suportes informativos, com os seguintes temas: "A Oliveira e a Civilização", "A Oliveira em Portugal", "Olivais da Cova da Beira", "A importância Ecológica do Olival", "Ciclo anual da cultura da oliveira e produção de azeite" e "Introdução à tecnologia do Lagar de Belmonte".

Este espaço é multifuncional, pois no seu interior pode funcionar um restaurante panorâmico, que se pretende grande qualidade e uma cafetaria, para além de serem abordados temas ligados à "Explicação do Processo Produtivo Local", "Tipos de Azeite" e "O Futuro do Azeite - Experiências de Valorização.
 

(texto de http://cm-belmonte.com)

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publicado por Adelaide Pereira às 23:57

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Belmonte- Igreja de Santiago e Panteão dos Cabrais

Monumento de traço romântico,  foi sofrendo modificações  ao longo dos tempos, apresentando alguns elementos góticos e maneiristas. Foi talvez contruída em 1240, por intermédio da D. Maria Odil Cabral, por disposição de D. Gil Cabral. No interior do monumento, pode observar-se uma Pietá, em granito e policrimática e pinturas murais, pelo menos de duas épocas, encontrando-se vestígios de um tríptico construído por figuras que representam Nossa Senhora, São Tiago (orago) e S. Pedro.

Adossado à Igreja está o Panteão dos Cabrais, ainda em construção em 1483. A renovação deste deve-se a Francisco Cabral, primeiro Alcaide de Belmonte após a Restauração, como a ele se devem alguns dos túmulos renascentistas ali existentes (1630). Situada num dos caminhos portugueses de peregrinação a Compostela, a Igreja de Santiago seria um local, onde os Peregrinos encontravam um conforto espiritual no decurso da sua jornada.

(texto de http://cm-belmonte.com)

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(foto de Victor Pereira)

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publicado por Adelaide Pereira às 23:50

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Castelo de Belmonte

A construção do Castelo data do século XIII . Em 1258 D. Afonso III autoriza D. Egas Fafe a construir uma Torre no Castelo de Belmonte, no entanto, no local onde se ergue o Castelo, haveria já um sistema defensivo, posto a descoberto com as escavações arqueológicas realizadas no monumento, cuja construção estaria relacionada com as necessidades de repovoamento e de afirmação do poder real de D. Sancho I na região.

D. Afonso V em 1466 doa o Castelo a Fernão Cabral I, tornando-se a residência da família Cabral. As várias transformações efetuadas são ainda visíveis no pano da muralha oeste, com a construção de várias janelas panorâmicas. Destaca-se um janela de estilo manuelino, da primeira metade do século XVI, encimada por brasão composto por duas Cabras (Cabrais) e seis ruelas (Castros), simbolizando a união de João Cabral Fernandes com D. Joana Coutinho de Castro.

Atualmente, o edifício tem funções turísticas e culturais, tendo sido construído um anfiteatro ao ar livre e a Torre de Menagem e Sala Oitocentista adaptadas a espaços museológicos dedicados à história do Concelho e do Castelo.

(texto de http://cm-belmonte.com)

 

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publicado por Adelaide Pereira às 23:39

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Belmonte - Museu dos Descobrimentos

O Museu dos Descobrimentos/Centro de Interpretação "À Descoberta do Novo Mundo (DNM)" surge da vontade da Câmara Municipal de Belmonte em dar a conhecer um dos maiores feitos de sempre da História das Descobertas Portuguesas – o Achamento do Brasil.

Foi habitação da família Cabral, atualmente alberga a Biblioteca e o Arquivo Municipal.

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publicado por Adelaide Pereira às 23:02

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Quinta-feira, 31 de Agosto de 2017

Belmonte

Situada em plena Cova da Beira e com ampla vista sobre a encosta oriental da Serra da Estrela, a vila de Belmonte justifica plenamente as características que lhe terão dado o nome. Diz a tradição que o nome Belmonte provém do lugar onde a Vila se ergue (monte belo ou belo monte). Porém, há quem lhe atribua a origem de “belli monte” – monte de guerra. Terra solarenga, de boas gentes, paisagens sem fim e uma história de séculos.

 

A história de Belmonte surge, normalmente, associada à história dos Cabrais e dos Judeus. Foi terra natal de Pedro Álvares Cabral, o navegador, que no ano de 1500 comandou a segunda armada à India, durante a qual se descobriu oficialmente o Brasil. 


(texto de http://www.aldeiashistoricasdeportugal.com/belmonte)

 

A nossa estadia em Belmonte, vila portuguesa do Distrito de Castelo Branco, durou apenas dois dias mas permitiu visitar e conhecer os principais pontos de interesse.

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Pelourinho

Simbolo medieval de poder municipal, era junto dele que era aplicada a justiça e anunciadas publicamente as posturas municipais e as directrizes de poder central. Representa uma prensa de azeite. Destruído no século XIX, foi reconstruído nos anos 80.

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Durante a nossa estadia tivemos o triste espetáculo do fogo que, infelizmente, vai destruindo a beleza da paisagem...  

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Quarta-feira, 30 de Agosto de 2017

Belmonte - Ecomuseu do Zêzere

Ecomuseu do Zêzere

Esta estrutura museológica destina-se a dar a conhecer ao visitante a história do Rio Zêzere e está instalado na antiga Tulha dos Cabrais.

Historicamente os Cabrais foram a mais importante família de Belmonte, grandes proprietários construíram este celeiro em frente ao seu solar tendo ficado a edificação para sempre conhecida como Tulha dos Cabrais.

Directamente assente sobre um afloramento de granítico é uma sólida e sóbria construção de data desconhecida, que terá sofrido no entanto algumas remodelações, a mais evidente das quais ocorreu com a abertura da estrada fronteira à entrada que obrigou à construção das rampas de acesso.

(texto de http://cm-belmonte.com)

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publicado por Adelaide Pereira às 21:26

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Domingo, 6 de Agosto de 2017

Palácio de Queluz - Jardim Botânico

Palácio de Queluz - Jardim Botânico

"A Parques de Sintra inaugurou em junho o Jardim Botânico do Palácio Nacional de Queluz.

A reabilitação deste espaço faz parte do projeto global de recuperação dos Jardins e do Palácio Nacional de Queluz e tinha como premissa restituir o traçado da cartografia de 1865, sendo que a construção original remonta ao século XVIII. A obra representou um investimento de 815 mil euros.

O Jardim Botânico do Palácio Nacional de Queluz foi construído entre 1769 e 1780, sendo contemporâneo das grandes realizações setecentistas do período barroco-rococó nos Jardins de Queluz. De pequena escala, quando comparado com outros jardins botânicos desta época, Queluz assume uma natureza de entretenimento e recreio.

Sucessivamente destruído por fenómenos naturais e abandonado, o Jardim Botânico perdeu a sua função original, tendo sido transformado em roseiral em 1940. Em 1984, na sequência das cheias de 1983 que afetaram fortemente esta zona, o jardim foi desmontado e transformado numa área ampla para picadeiro da Escola Portuguesa de Arte Equestre.

Já em 2012, a Parques de Sintra iniciou um processo de investigação histórica e sondagens arqueológicas que possibilitou o restauro deste Jardim. Suportado por um vasto conjunto documental, onde ganha particular relevo a listagem da coleção botânica original, o projeto ganhou ânimo com a descoberta e identificação de diversas cantarias – das fundações das estufas, do lago central e de estatuária – que tinham sido desmontadas em 1984 e entretanto integradas, ou esquecidas, noutros pontos dos Jardins de Queluz.

A recuperação do Jardim Botânico consistiu na reposição das quatro estufas, de acordo com a interpretação dos desenhos históricos, dos resultados das sondagens arqueológicas realizadas no local e dos regulamentos atualmente em vigor, incluindo a incorporação das cantarias originais das fundações.

A intervenção contemplou ainda o restauro dos elementos pré-existentes, nomeadamente as balaustradas que delimitam os diferentes espaços do Jardim, os alegretes e respetivos bancos e painéis azulejares, as cantarias do lago central e a estatuária, com vista à restituição do desenho oitocentista do Jardim.

Foram também executados caminhos em saibro granítico, sob os quais foram instaladas as infraestruturas de abastecimento de água, drenagem, energia e comunicações, que dão resposta às necessidades funcionais das estufas e jardins, tendo sido igualmente adaptada e reformulada a drenagem superficial.

Esta rede de caminhos delimita 24 canteiros, representando os espaços necessários às plantações representativas das 24 ordens de plantas de Carlos Lineu (botânico, zoólogo e médico sueco que classificou hierarquicamente as espécies de seres vivos). Nas bordaduras dos canteiros foram plantadas aproximadamente 10 mil plantas de murta.

O Index de Manuel de Moraes Soares datado de 1789, que reúne as espécies existentes na época no Jardim Botânico de Queluz, serviu de base para a constituição da coleção botânica. A partir desta listagem foram contactadas várias instituições a nível mundial que forneceram plantas e sementes para o local.

No interior das estufas, e de acordo com os registos históricos encontrados, foram plantados ananases, produzidos em tempos para os banquetes de Queluz."

( texto de http://www.parquesdesintra.pt)

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 (fotos de Victor Pereira)

 

O Palácio de Queluz é um local que me traz boas recordações... passeios com os grupos de jovens, visitas de estudo com os meus alunos e algumas tardes românticas durante o nosso namoro.

Há algum tempo que não fazia uma visita.

Já tinha ouvido falar da recuperação que está a ser feita e gostei do que vi.

Só espero que os fundos não acabem e as obras não fiquem a meio.

Desta vez, o objetivo foi visitar o jardim botânico recém reabilitado e inaugurado.

O espaço é pequeno mas está muito bonito e bem cuidado.

Fiquei com vontade de voltar!

 

 

 

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publicado por Adelaide Pereira às 18:57

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